Empresários e executivos

Vistos para empresários e executivos brasileiros que querem operar nos EUA

A empresa no Brasil pode ser a ponte para a filial americana e para o green card da família. Os advogados parceiros preparam o caso, e a Kora acompanha você, em português, do organograma ao plano da filial.

Sala de reunião corporativa com mesa longa
Logo da Kora Visas: a palavra Kora em dourado

Em resumo

Qual visto combina com quem tem empresa no Brasil?

  • L-1A — para o dono ou diretor que vai abrir ou dirigir a filial americana.
  • EB-1C — o green card do executivo, sem fila para brasileiros em outubro de 2026.
  • E-2 — só para quem também tem cidadania de um país com tratado.
  • EB-5 — green card por investimento a partir de US$ 800 mil.
  • B-1 — viagens de prospecção, reuniões e feiras, sem trabalhar.

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O que o empresário precisa resolver antes de mudar?

Duas coisas: provar que a empresa brasileira sustenta uma operação americana e entender como a família vai viver nos EUA. O visto depende da primeira. A segunda decide se a mudança dá certo.

O empresário que procura a Kora costuma ter uma empresa sólida no Brasil, com equipe e faturamento, e pouca familiaridade com a vida americana. Muitos não falam inglês e querem manter o padrão de vida que têm aqui. O caminho mais comum é o L-1A, que permite transferir para a filial americana quem trabalhou pelo menos um ano contínuo, nos últimos três, como gerente ou executivo de uma empresa do mesmo grupo, segundo o regulamento federal do visto L.

Quando a filial ainda não existe, o primeiro visto vale por um ano, e nesse prazo a operação precisa mostrar que vai sustentar um cargo de direção. Por isso o plano da filial pesa tanto quanto a empresa brasileira: escritório, contratações, metas e investimento. O cônjuge entra com o L-2 e pode trabalhar nos EUA.

A Ida, que mora nos EUA desde 1994, explica também o que muda na rotina da família.

Asa de avião sobre nuvens em luz dourada

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Quais caminhos combinam com quem tem empresa?

Cinco caminhos aparecem com mais frequência na Consulta de Caso Empresarial. A escolha depende da estrutura da empresa, do patrimônio disponível, de uma eventual segunda cidadania e do prazo que a família tem para a mudança.

  • Visto L-1. transferência do dono ou executivo para a filial americana. O L-1A vale por até 7 anos.
  • Green card EB-1C. o passo seguinte ao L-1A, para o executivo que vai dirigir a operação americana.
  • Visto E-2. investimento numa empresa americana, só para quem tem cidadania de um país com tratado, porque o Brasil não tem.
  • Green card EB-5. investimento de US$ 800 mil em área elegível ou US$ 1,05 milhão nas demais, com 10 empregos.
  • Visto B-1. reuniões, feiras e negociação de contratos antes da mudança.

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Como a Kora ajuda a organizar o caso do empresário?

A Kora ajuda a reunir e organizar com a empresa os documentos do caso: organograma, contratos sociais, balanços, folha de pagamento, plano da filial e prova de escritório nos EUA. O advogado parceiro prepara o pedido, confirma a estratégia e assina.

O caso do empresário é ganho ou perdido nos documentos da empresa.

O oficial da imigração precisa enxergar três coisas: que existe um vínculo societário real entre a empresa brasileira e a americana, que o empresário dirige de fato a operação no Brasil e que a filial vai ter estrutura para justificar um cargo de direção.

A Kora pede ao contador da empresa os documentos certos, organiza o organograma com cargos e subordinados, ajuda a estruturar o plano de negócios da filial com números realistas e acompanha a abertura da empresa americana. O cliente recebe uma cópia de cada etapa.

O brasileiro já usa bem esse caminho: em 2024, o Departamento de Estado emitiu 4.981 vistos L-1 para brasileiros, segundo a tabela de vistos de não imigrante do ano fiscal de 2024.

Estante com livros organizados em fileiras

Dúvidas

Perguntas frequentes

Empresários e executivos: o que mais perguntam antes da Consulta de Caso.

Minha empresa é pequena. Posso pedir o L-1?

O regulamento não fixa número mínimo de funcionários. O que pesa é a empresa brasileira ter operação real e o empresário ocupar um cargo de direção, com uma estrutura que sustente a filial americana.

Preciso falar inglês para pedir o L-1?

A lei não exige inglês para o L-1. A entrevista no consulado pode ter intérprete conforme o posto, e a Kora prepara o cliente em português para explicar a empresa e o plano.

Minha família pode ir junto?

Sim. O cônjuge e os filhos solteiros menores de 21 anos recebem o visto L-2. O cônjuge pode trabalhar nos EUA, e os filhos podem estudar.

O L-1 leva ao green card?

Para o executivo, o caminho natural é o EB-1C, que não exige certificação de trabalho. Em outubro de 2026, a categoria EB-1 está sem fila para brasileiros no Visa Bulletin.

Posso pedir o E-2 sendo só brasileiro?

Não. O Brasil não tem tratado de comércio e navegação com os EUA. O E-2 só é possível para quem tem a cidadania de um país com tratado, como Itália, Espanha ou Portugal.

Para aprofundar

Kora Visas

Por Ida Ferraz — Fundadora da Kora Visas

Brasileira, Ida Ferraz mora nos Estados Unidos desde 1994 e trabalha há mais de 30 anos com processos de imigração. Fundou a Kora Visas na Califórnia para acompanhar o cliente ao lado de advogados americanos parceiros, que na maioria dos casos preparam e conduzem o processo, com informação a cada etapa e resposta em até 24 horas. Conheça a Kora · WhatsApp

Atualizado em

Consulta de Caso

A sua empresa no Brasil já tem estrutura para sustentar uma filial americana?

Na Consulta de Caso Empresarial, a Kora entende a empresa, o seu cargo e o plano da família e explica como ela e os advogados parceiros podem ajudar.

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