Visto L-1
Tem empresa no Brasil há pelo menos 1 ano e trabalha nela como gestor ou executivo: para abrir ou dirigir a filial americana. Depois de um ano de operação nos EUA, o mesmo perfil pode pedir o green card EB-1C.
Ver o visto L-1Vistos de negócios
L-1, E-2, E-1, EB-5, EB-1C e B-1: os advogados americanos parceiros preparam o caso, e a Kora acompanha e organiza a prova da sua empresa e do seu investimento.


Em resumo
Os caminhos
São seis caminhos principais: L-1 e EB-1C para quem leva a própria empresa, E-2 e E-1 para quem tem cidadania de país com tratado, EB-5 para quem investe a partir de US$ 800 mil e B-1 para viagens de negócios sem trabalho nos EUA.
O empresário brasileiro já ocupa espaço nos vistos de negócio. No ano fiscal de 2024, o Departamento de Estado emitiu 4.981 vistos L-1 para brasileiros, além de 6.980 vistos L-2 para cônjuges e filhos, segundo a tabela oficial de vistos de não imigrante. Só que o leque do brasileiro é menor do que o de outras nacionalidades.
O Brasil não tem tratado de comércio e investimento com os Estados Unidos, e por isso o visto E-2, o mais procurado por investidores no mundo, só fica disponível para quem tem uma segunda cidadania, como a italiana, a espanhola ou a portuguesa.
Sem ela, os caminhos de negócio passam pela empresa que o empresário já tem no Brasil (L-1 e, depois, EB-1C) ou pelo investimento direto com geração de empregos (EB-5). O B-1 completa a lista para quem precisa viajar a negócios sem morar nos EUA.
4.981
vistos L-1 para brasileiros no ano fiscal de 2024
Fonte: Departamento de Estado, Report of the Visa Office 2024.
Por perfil
Depende de três perguntas: se o empresário tem empresa ativa no Brasil, se tem segunda cidadania de país com tratado e quanto pretende investir. A combinação das respostas indica os caminhos possíveis.
Tem empresa no Brasil há pelo menos 1 ano e trabalha nela como gestor ou executivo: para abrir ou dirigir a filial americana. Depois de um ano de operação nos EUA, o mesmo perfil pode pedir o green card EB-1C.
Ver o visto L-1Tem cidadania italiana, espanhola, portuguesa, alemã, japonesa, argentina ou de outro país com tratado: E-2 para quem investe num negócio próprio nos EUA, E-1 para quem já faz comércio substancial com os EUA.
Ver o visto E-2Tem capital a partir de US$ 800 mil e quer o green card direto, por investimento num projeto que gere 10 empregos.
Ver o EB-5Só precisa de reuniões, feiras e negociações, sem morar nem trabalhar nos EUA.
Ver o visto B-1Quem define o visto de cada empresário é o advogado parceiro, porque os detalhes da empresa e do patrimônio mudam a resposta.
Prazo ou residência
L-1, E-2, E-1 e B-1 são vistos temporários, com prazo e renovação. EB-5 e EB-1C dão o green card, a residência permanente, que permite morar e trabalhar nos EUA sem prazo e, depois de alguns anos, pedir a cidadania.
Muitos empresários começam pelo temporário e passam ao permanente. O executivo que entra com L-1A para dirigir a filial pode pedir o EB-1C depois que a empresa americana completa um ano de operação. O momento ajuda: no Visa Bulletin de outubro de 2026, as categorias EB-1 e EB-5 estavam sem fila para brasileiros (status “current”), enquanto o EB-2 tinha retrocedido para 1º de janeiro de 2025.

O preparo
Na maioria dos casos, os advogados parceiros preparam o caso, e a Kora ajuda a reunir e organizar a evidência da empresa e do investimento que a imigração aceita: documentos societários, balanços, folha de pagamento, organograma, contratos, plano de negócios e prova da origem do dinheiro, tudo traduzido e organizado por requisito.
A imigração americana não conhece a empresa brasileira, e o empresário costuma subestimar isso. Para um L-1, não basta dizer que a matriz no Brasil existe e que o executivo manda nela. É preciso provar o vínculo societário entre as duas empresas, o ano de trabalho contínuo do executivo, o cargo de gestão com subordinados reais e a capacidade da matriz de sustentar a filial.
Para um E-2 ou um EB-5, a prova principal é o dinheiro: de onde veio, como saiu do Brasil e onde foi aplicado. O advogado parceiro define a estratégia e assina como representante. Na fase de espera, a Kora acompanha o processo e avisa o cliente de cada movimento.
A lista de evidências que a Kora reúne com o cliente:
Taxas
As taxas do governo americano dependem do visto e são pagas à parte. A petição de L-1, por exemplo, custa US$ 1.385 à USCIS, mais US$ 500 de taxa antifraude e US$ 600 de taxa do programa de asilo para empresas que não são pequenas.
Os valores estão na tabela oficial de taxas da USCIS (8 CFR 106.2). O tempo total varia com o visto e com a fila do consulado. Os honorários da Kora e do advogado parceiro aparecem separados no contrato, apresentado depois da Consulta de Caso.
| Taxa do governo | Valor |
|---|---|
| Petição de L-1 (USCIS) | US$ 1.385 |
| Taxa antifraude | US$ 500 |
| Programa de asilo (empresas que não são pequenas) | US$ 600 |
| Processamento expresso, com resposta em 15 dias úteis (desde março de 2026) | US$ 2.965 |
| Consulado, visto com petição (como o L-1) | US$ 205 |
| Consulado, visto E | US$ 315 |
A mudança
Que a vida nos EUA tem regras próprias e que quase tudo precisa ser provado. Quem chega sem falar inglês e querendo viver como no Brasil sente o choque logo nos primeiros meses.
Ida ouve isso há 30 anos. O empresário bem-sucedido no Brasil costuma achar que o que funcionava lá vai funcionar igual nos EUA, e se fecha num círculo só de brasileiros quando não fala inglês. Parte da Consulta de Caso é falar disso: escola dos filhos, trabalho do cônjuge (no L-2 e no E-2, o cônjuge pode trabalhar por causa do próprio status), moradia, banco e crédito. A transição fica mais leve quando a família sabe o que esperar.

Dúvidas
O que os empresários mais perguntam antes da Consulta de Caso Empresarial.
Só com uma segunda cidadania de país com tratado, porque o Brasil não tem tratado de comércio e investimento com os EUA. Itália, Espanha, Portugal (desde março de 2024), Alemanha, Japão, Argentina, Colômbia e México estão entre os países com tratado, segundo o Departamento de Estado. A empresa americana precisa ter pelo menos 50% do capital nas mãos de cidadãos desse país.
Depende do visto. O E-2 não tem valor mínimo fixo: o investimento precisa ser substancial para o tipo de negócio e estar em risco. O EB-5 exige US$ 800 mil em área prioritária ou US$ 1,05 milhão nas demais, valores que serão reajustados pela inflação em 1º de janeiro de 2027. O L-1 não exige investimento mínimo, mas a filial precisa ter estrutura para funcionar.
Pode. Cônjuge e filhos solteiros menores de 21 anos recebem vistos de dependente, como o L-2 e o E-2 de dependente. No L-2 e no E-2, o cônjuge pode trabalhar nos EUA por causa do próprio status. Os filhos podem estudar. No EB-5 e no EB-1C, a família recebe o green card junto com o titular.
Depende do caminho. No L-1 de escritório novo, a empresa americana é aberta antes do pedido, com espaço físico garantido. No E-2, o investimento precisa estar comprometido antes da entrevista. No EB-5, o dinheiro vai para um projeto ou para um centro regional. A Kora acompanha a sequência com o cliente e o advogado parceiro, para que a empresa, o investimento e o visto andem juntos.
O EB-5 e o EB-1C já são green cards. O L-1A abre o caminho natural para o EB-1C depois que a filial americana completa um ano de operação. O E-2 é temporário e renovável sem limite de vezes, mas não leva sozinho ao green card; quem quer residência permanente precisa de outro caminho, como o EB-5.
Não, e ninguém pode garantir. A decisão é do governo americano. O que a Kora faz é ajudar a reunir e organizar a prova de cada requisito, para que os advogados parceiros preparem o caso, o que reduz o risco de pedido de evidências e de negativa.
Consulta de Caso
Na Consulta de Caso Empresarial, a Kora entende o seu objetivo, a empresa e o patrimônio e explica como ela e os advogados americanos parceiros podem ajudar.
Preencha e a equipe da Kora retorna em até um dia útil. Você também pode falar pelo WhatsApp ou ligar para +1 (310) 562-1666.