Campinas

Vistos de negócios para empresários de Campinas

Os EUA ficam com quase um quarto do que as empresas de Campinas exportam. Para quem dirige uma indústria ou uma empresa de tecnologia na região e quer abrir uma operação americana, a Kora acompanha o caso em português, ao lado dos advogados americanos parceiros.

Flores no canteiro de uma praça de Campinas
Logo da Kora Visas: a palavra Kora em dourado

Em resumo

Que caminho a empresa campineira tem até os EUA?

  • 23,1% das exportações das empresas de Campinas vão para os EUA — US$ 275 milhões em 2025, segundo o Comex Stat.
  • 93.590 empresas e o 11º maior PIB municipal do país — segundo o IBGE.
  • L-1A e EB-1C — para quem dirige a empresa e vai abrir a filial americana.
  • EB-5 e E-2 — para quem quer investir, com ou sem segunda cidadania.
  • Posto mais próximo: São Paulo, a cerca de 95 km — com fila curta para vistos com petição.

01 · Campinas

Por que o empresário de Campinas olha para os EUA?

Porque os EUA já compram uma parte grande do que a cidade exporta. Em 2025, as empresas sediadas em Campinas mandaram 23,1% das suas exportações para o mercado americano, uma fatia maior que a média do estado de São Paulo, de 18,6%.

Campinas tem o 11º maior PIB municipal do país, R$ 92 bilhões em 2023, e 93.590 empresas, segundo o IBGE. O comércio responde por 20,2% do pessoal ocupado, e a indústria de transformação, por 8,0%. A informação e comunicação ocupa 5,3%, fatia acima da de Curitiba, do Rio e de Belo Horizonte. A região reúne o Aeroporto de Viracopos, com forte movimento de cargas, centros de pesquisa e desenvolvimento como o CPqD e o Eldorado, e unidades de multinacionais de tecnologia.

No comércio exterior, as empresas com domicílio fiscal em Campinas exportaram US$ 275 milhões para os EUA em 2025, e a cidade ficou em 24º lugar entre os municípios brasileiros que mais vendem para lá, segundo o Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento. O estado de São Paulo tem os EUA como primeiro destino, com US$ 13,28 bilhões.

Para a empresa que já tem clientes americanos, o passo seguinte pode ser uma operação local, com estoque, assistência técnica ou equipe comercial.

Porto de contêineres de Miami visto do alto

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Quais vistos combinam com as empresas de Campinas?

A indústria e a empresa de tecnologia de Campinas que vão abrir uma unidade americana usam, em geral, o L-1A e depois o EB-1C. Para investir sem transferir a operação, há o EB-5, e, para quem tem cidadania italiana, portuguesa ou japonesa, o E-2.

  • Visto L-1. transfere o executivo ou o gerente da empresa de Campinas para a filial americana, depois de um ano contínuo, nos últimos três, no grupo. O L-1A pode chegar a sete anos.
  • Green card EB-1C. para o executivo que dirige a operação americana, com a empresa nos EUA ativa há pelo menos um ano.
  • Green card EB-5. US$ 800 mil em área elegível ou US$ 1,05 milhão nas demais, com 10 empregos criados.
  • Visto E-2. pela cidadania italiana, portuguesa ou japonesa reconhecida, sem valor mínimo fixo. Portugal passou a ter acesso ao E-2 em 2024.
  • Visto B-1. para visitas a clientes, feiras e negociação de contratos, sem trabalhar nos EUA.

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Onde é a entrevista para quem mora em Campinas?

Campinas não tem posto consular americano que emita visto. O mais próximo é o Consulado-Geral em São Paulo, a cerca de 95 km, mas o empresário pode marcar a entrevista em qualquer um dos cinco postos que emitem visto no Brasil.

Na atualização de setembro de 2026 do Departamento de Estado, São Paulo tinha espera de cerca de um mês para o visto de visitante B-1/B-2, usado em viagens de prospecção, e de menos de duas semanas para vistos com petição aprovada, como o L-1. Os números mudam toda semana e ficam na página de tempos de espera do Departamento de Estado.

A Kora confere a data no momento de fechar o cronograma, porque a entrevista é a última etapa antes da mudança.

Prédios de Manhattan ao entardecer refletidos na água

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Como a Kora atende o empresário de Campinas?

Por vídeo e em português, com a Ida. Na maioria dos casos, os advogados americanos parceiros preparam e conduzem o processo, e a Kora reúne com o contador do cliente os documentos da empresa de Campinas, ajuda a organizar o plano da filial e acompanha tudo até a entrevista. O advogado americano parceiro define a estratégia e assina a petição.

Quando a empresa de Campinas já vende para os EUA por meio de distribuidor ou representante, o L-1 entra no momento em que ela decide ter equipe própria por lá.

O oficial americano quer ver três coisas: a operação real no Brasil, o vínculo societário entre as duas empresas e um cargo de direção ou gerência que faça sentido na filial.

Os advogados parceiros preparam o caso, e a Kora ajuda a reunir as faturas de exportação, os contratos com clientes americanos e o organograma, ligando esses documentos ao plano da filial, com metas, contratações e orçamento. Para indústrias, o plano detalha estoque, assistência técnica e logística. Para empresas de software e engenharia, detalha contratos, equipe e receita.

O primeiro L-1 de filial nova vale por um ano, e a renovação depende de mostrar a operação funcionando. Todos os documentos recebem tradução certificada, e o cliente recebe uma cópia de cada peça. Quem também tem trajetória de pesquisa ou inovação pode ver a página de vistos de talento em Campinas.

Prédio de escritórios de vidro sob céu claro

Dúvidas

Perguntas frequentes

Campinas: o que mais perguntam antes da Consulta de Caso.

Minha empresa de Campinas já exporta para os EUA. Isso ajuda no L-1?

Ajuda a mostrar que a filial tem mercado e motivo para existir. Mas o L-1 avalia também o seu cargo, o seu tempo na empresa e a estrutura que a operação americana vai ter.

Trabalho na unidade brasileira de uma multinacional em Campinas. Posso pedir o L-1?

Pode, se o grupo tiver uma unidade nos EUA e você tiver pelo menos um ano contínuo de trabalho, nos últimos três, em cargo gerencial, executivo ou de conhecimento especializado.

Minha empresa fica perto de Viracopos e trabalha com comércio exterior. O EB-5 é uma alternativa ao L-1?

É outra via. O EB-5 dá o green card pelo investimento de US$ 800 mil em área elegível ou US$ 1,05 milhão nas demais, com 10 empregos, sem exigir filial do grupo. O L-1 depende da transferência dentro da empresa.

Tenho cidadania portuguesa. O E-2 já vale para mim?

Vale desde 2024, quando Portugal passou a ter acesso ao E-2. Com a cidadania reconhecida e um investimento substancial num negócio real nos EUA, o pedido é feito com o passaporte português.

Posso usar o B-1 para visitar clientes da minha empresa de Campinas nos EUA?

Pode. O B-1 cobre reuniões, feiras e negociação de contratos. Ele não permite trabalhar para a empresa nos EUA nem receber salário de fonte americana.

Para aprofundar

Kora Visas

Por Ida Ferraz — Fundadora da Kora Visas

Brasileira, Ida Ferraz mora nos Estados Unidos desde 1994 e trabalha há mais de 30 anos com processos de imigração. Fundou a Kora Visas na Califórnia para acompanhar o cliente ao lado de advogados americanos parceiros, que na maioria dos casos preparam e conduzem o processo, com informação a cada etapa e resposta em até 24 horas. Conheça a Kora · WhatsApp

Atualizado em

Consulta de Caso

A sua empresa em Campinas já vende para os EUA e chegou a hora de ter equipe própria por lá?

Na Consulta de Caso Empresarial, a Kora conversa sobre a empresa, o seu cargo e o plano da operação americana e explica como ela e os advogados parceiros podem ajudar, antes de qualquer contrato.

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