Recife

Vistos de negócios para empresários do Recife

A força do Recife está em tecnologia, saúde e serviços, mais do que na venda de mercadorias ao exterior. Para o empresário que quer levar a empresa aos EUA, a Kora acompanha o caso em português, ao lado dos advogados americanos parceiros, e o consulado que emite visto fica na própria cidade.

Prédios históricos da Praça do Marco Zero, no Recife
Logo da Kora Visas: a palavra Kora em dourado

Em resumo

Qual o caminho do empresário recifense para os EUA?

  • O Porto Digital faturou R$ 7,4 bilhões em 2025 — com 541 empresas e cerca de 24 mil colaboradores.
  • A saúde ocupa 12% do emprego formal — sinal do polo médico da cidade, segundo o IBGE.
  • L-1A e EB-1C — para fundadores e diretores que vão abrir a filial americana.
  • EB-5 e E-2 — para quem prefere investir ou tem cidadania de país com tratado.
  • Consulado-Geral no Recife — emite visto e tinha uma das menores filas do país em setembro de 2026.

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Por que o empresário do Recife olha para os EUA?

Porque a economia recifense vende conhecimento. Software, engenharia e serviços de saúde pesam mais na cidade do que a exportação de bens, e esse tipo de empresa consegue operar nos EUA com uma filial enxuta, perto dos clientes.

O Recife tem 1,49 milhão de habitantes, PIB de R$ 66,4 bilhões em 2023 e 88.849 empresas, segundo o IBGE. O Porto Digital faturou R$ 7,4 bilhões em 2025, alta de 19% sobre o ano anterior, com 541 empresas e cerca de 24 mil colaboradores, segundo o Movimento Econômico. No mesmo parque fica o CESAR, centro privado de inovação.

A cidade soma 438 startups, a quinta maior concentração do país, segundo o Sebrae. A saúde ocupa 12% do emprego formal, reflexo do polo médico, e as atividades profissionais, científicas e técnicas, outros 6%. Na Região Metropolitana fica o Complexo de Suape, com porto e indústria.

Já a venda de bens aos americanos é modesta: Pernambuco exportou US$ 130 milhões para os EUA em 2025, 5% do total do estado, segundo o Comex Stat, e os EUA aparecem só em quinto lugar entre os destinos.

Porto de contêineres de Miami visto do alto

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Quais vistos combinam com as empresas do Recife?

Para a empresa de tecnologia com clientes americanos, o L-1A costuma ser o primeiro passo, e o EB-1C, o segundo. O EB-5 atende quem quer investir, o E-2 depende de segunda cidadania, e o B-1 cobre as viagens de prospecção e as feiras.

  • Visto L-1. para o fundador ou diretor que abre a filial americana. Exige um ano contínuo, nos últimos três, na empresa do grupo. Na filial nova, o primeiro visto vale um ano, e o cônjuge, com o L-2, pode trabalhar.
  • Green card EB-1C. o green card do executivo, com o empregador americano do grupo operando há pelo menos um ano.
  • Green card EB-5. investimento de US$ 800 mil em área elegível ou de US$ 1,05 milhão nas demais, com 10 empregos.
  • Visto E-2. para o recifense com cidadania portuguesa, italiana ou espanhola, sem valor mínimo fixo de investimento.
  • Visto B-1. para reuniões com clientes, feiras de tecnologia e de saúde e negociação de contratos, sem trabalhar nos EUA.

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Onde é a entrevista para quem mora no Recife?

Na própria cidade. O Consulado-Geral dos EUA no Recife emite visto e atende um distrito que vai de Sergipe ao Maranhão. Para vistos de não imigrante, o empresário também pode agendar em Brasília, São Paulo, Rio ou Porto Alegre.

O distrito oficial do consulado reúne Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí e Maranhão, segundo a página do Consulado-Geral no Recife. Na atualização do Departamento de Estado de setembro de 2026, a espera no Recife era de menos de duas semanas para o visto de visitante B-1/B-2 e também para os vistos com petição aprovada, como o L-1, entre as menores do país.

Os números mudam toda semana e aparecem na página de tempos de espera do Departamento de Estado. A proximidade reduz o custo de viagem quando o cônjuge e os filhos também pedem o L-2.

Prédios de Manhattan ao entardecer refletidos na água

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Como a Kora atende o empresário do Recife?

Por vídeo, em português, com a Ida. Na maioria dos casos, os advogados americanos parceiros preparam e conduzem o processo, e a Kora organiza com o contador recifense os documentos da empresa e acompanha o caso até a entrevista no consulado da cidade. O advogado americano parceiro confirma a estratégia e assina a petição.

Empresa de software não tem estoque nem fábrica para mostrar, e o oficial americano precisa enxergar a operação de outro jeito. Os advogados parceiros preparam a prova da atividade, e a Kora ajuda a reunir os contratos de clientes, notas fiscais de serviço, folha de pagamento, organograma e relatórios de projetos entregues. Se a empresa já tem clientes nos EUA, os contratos com eles ajudam a justificar a filial.

Para startups com investidores, o quadro societário precisa mostrar a relação de controle ou de propriedade comum entre a empresa brasileira e a americana, condição do L-1, e esse desenho fica mais delicado depois de rodadas com fundos. Para clínicas e empresas do polo médico, entram alvarás e registros sanitários. O plano de negócios da filial traz metas de contratação e receita compatíveis com os balanços, e os documentos em português recebem tradução certificada.

Quem também tem carreira de destaque na pesquisa, na tecnologia ou na música pode ver a página de vistos de talento no Recife.

Prédio de escritórios de vidro sob céu claro

Dúvidas

Perguntas frequentes

Recife: o que mais perguntam antes da Consulta de Caso.

Minha empresa fica no Porto Digital e atende clientes americanos. Isso ajuda no L-1?

Ajuda a justificar a filial, porque mostra demanda nos EUA. O L-1 depende também do seu cargo de direção, de um ano contínuo nos últimos três na empresa e de um plano real para a operação americana.

Uma startup recifense com investidores pode usar o L-1?

Pode, se a empresa brasileira e a americana tiverem relação societária qualificada, como matriz e subsidiária. Depois de rodadas de investimento, o quadro societário precisa ser revisto com cuidado antes da petição.

A entrevista pode ser feita no consulado do Recife?

Pode. O Consulado-Geral no Recife emite vistos e, na atualização de setembro de 2026, tinha uma das menores esperas do país. Você também pode agendar em outro dos cinco postos que emitem visto no Brasil.

Tenho uma clínica no Recife. O EB-5 exige investir na área da saúde?

Não. O EB-5 não exige que o negócio americano seja da sua área. Exige US$ 800 mil em área elegível ou US$ 1,05 milhão nas demais, a criação de 10 empregos e a prova da origem lícita do dinheiro.

Empresas de Suape e da Região Metropolitana também são atendidas?

São. A Kora atende por vídeo e com documentos digitais, em português, de qualquer cidade. O que muda de um caso para outro é a estrutura da empresa, e não o endereço.

Para aprofundar

Kora Visas

Por Ida Ferraz — Fundadora da Kora Visas

Brasileira, Ida Ferraz mora nos Estados Unidos desde 1994 e trabalha há mais de 30 anos com processos de imigração. Fundou a Kora Visas na Califórnia para acompanhar o cliente ao lado de advogados americanos parceiros, que na maioria dos casos preparam e conduzem o processo, com informação a cada etapa e resposta em até 24 horas. Conheça a Kora · WhatsApp

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